Já acabei o último livro da saga. Foi o que demorei mais a ler. Também é o maior. E o melhor, penso. Um bom final, embora não seja muito surpreendente. Mas já tinha saudades dos happy endings.
Mas a tradução estava uma vergonha! Quer dizer, não sei se diga tradução. Sei que encontrei uma data de erros de síntaxe, principalmente, e um ou outro de ortografia. E se há coisa que eu não suporto mesmo são erros na nossa língua! Acho uma vergonha. E, ainda p'ra mais, é um livro que muitas adolescentes e pré-adolescentes lêem. E depois admirem-se que a malta jovem escreve "eles pudiam" em vez de "eles podiam". Eu vi lá este erro! devia ter apontado qual era a página, mas estava demasiado embrenhada na história, ainda assim, reparei nele.
Não quer isto dizer que eu também não dou os meus erros. É claro que dou. Mas são poucos. Sei que sim. E faço sempre questão de os corrigir. E releio (quase) sempre o que escrevo para ter a certeza de que está tudo bem.
Mas ainda encontrei umas coisas giras. Para quem pensa que estes livros não ensinam nada de jeito, enganam-se! Eu descobri um poeta inglês que estou a gostar de descobrir. Tennyson. Tenho é pena que não haja muita coisa sobre ele em português. E o meu inglês não chega para compreender os poemas dele. Mas gostava de deixar aqui a pequenina parte que encontrei no livro:
"Há aqui uma música doce que cai mais suave que pétalas de rosa sopradas sobre a erva, que o orvalho da noite sobre águas calmas entre muros sombrios de granito, num desfiladeiro de luz…"
