"Sou egoísta, impaciente e um pouco insegura. Cometo erros, sou um pouco fora do controle e às vezes difícil de lidar, mas se você não sabe lidar com o meu pior, então com certeza, você não merece o meu melhor!"
Marilyn Monroe

domingo, 31 de outubro de 2010

Porque é aplicável a muito "boa" gente

"Mandas-me ir à missa ao domingo mas, se seguir bem demais o Evangelho, já não dá. Se gostar de mais do meu próximo, se levar lá a casa um que não se levanta mal tu entras, ou que não se sabe comportar à mesa, nesse caso, não fica bem. Devias inventar uma igreja que condissesse convosco, um Evangelho só para vocês, onde não ressuscitam todos, mas só os que não comem em camisola interior, que não assinam escrevendo o apelido antes, os que sabem de quem são filhos, os que são morenos e bonitos, que se vestem como vocês gostam. Vocês são uns palhaços."

Três Metros Acima do Céu, Federico Moccia

sábado, 30 de outubro de 2010

O homem que mais me faz chorar

Nicholas Sparks.

Sempre. Sejam livros ou filmes. E mesmo depois de já ter lido o livro choro a ver o filme. Sempre. Tal e qual uma Madalena arrependida.






quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Peço desculpa pela falta de paciência para isto nos últimos tempos...

É mesmo isto.



(E o que eu ando viciada em chocolate? Sim, mais que o habitual.)

sábado, 23 de outubro de 2010

Genial

(O actor brasileiro Sérgio Cardoso decidiu interpretar esta cena segurando um crânio.)

"Ser ou não ser, eis a questão. Qual será o partido mais nobre? Suportar as pedradas e a frechadas da fortuna cruel ou pegar em armas contra um inundo de dores e acabar com elas, resistindo? Morrer, dormir, nada mais; dizer que pelo sono poderemos curar um mal do coração e os mil acidentes naturais a que a nossa carne está sujeita é, na verdade, um desenlace que todos nós fervorosamente podemos desejar. Morrer! dormir; dormir, sonhar talvez? sim, aqui está o ponto de interrogação; quais são os sonhos que teremos no sono da morte, quando escaparmos a esta tormenta da vida?"

Hamlet, William Shakespeare

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Enquanto estou a fazer o meu testesinho...

"Não há felicidade senão com conhecimento. Mas o conhecimento da felicidade é infeliz; porque conhecer-se feliz é conhecer-se passando pela felicidade, e tendo, logo já, que deixá-la atrás. Saber é matar, na felicidade como em tudo. Não saber, porém, é não existir."

Fernando Pessoa

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Taking the step

Da minha colecção de selos

É engraçado como alguém que nunca conhecemos pode ter tanto impacto na nossa vida. Mesmo que seja só em pequenas coisas.
Tudo o que sei do avô é a forma como morreu e que trabalhava nos correios. A mãe diz que tenho os lábios parecidos com os dele, farta-se de dizer maravilhas dele e como ele daria u grande avô, brincalhão, sempre pronto a ajudar - um amigo, no fundo. E aí tenho ainda mais pena de nunca o ter conhecido.
Sempre tive um certo fascínio por selos. Nesta geração são raros, mas eu adoro-os. E quando a mãe descobriu achou piada, porque o avô também fazia colecção de selos (era tão giro se eu a encontrasse!). Faz sentido: um carteiro faz colecção de selos. E a neta que ele nunca chega a conhecer também... Ele influencia-me mesmo sem nos termos conhecido ou sem eu fazer ideia.
Se o Paraíso realmente existir, espero poder-te encontrar lá num dia longínquo, avô.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Isto só a mim!

Depois de uma aula de Ed. Física em que demos 10 voltas ao nosso grande campo e aos balneários, e ainda fizemos mais 45 min. de basket, a última coisa que me apetecia era vir a pé para casa. E a que mais me apetecia era, claro está, um banho. Mas um autocarro avariou e obstruiu ali um sentido da rua. E por causa desse os que faziam exatamente o caminho contrário também se atrasaram. e então estive ali quase meia-hora à espera do raio do autocarro!


E agora estudar Português? Ui! Tanta preguiça...

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Conversations with myself

Eu devo ser bipolar.

(Ou estudar Fernando Pessoa está a fazer-me mal.)

sábado, 16 de outubro de 2010

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

sábado, 9 de outubro de 2010

A história do preservativo

Na aula de Psicologia de ontem fizemos um jogo do género "telefone estragado" - o objectivo era ver as falhas de comunicação do homem. Mas foi bem engraçado, toda a gente riu. Começou com algo do género: "Era uma vez um homem que estava a passear num monte. De repente viu uma luz, veio um OVNI e raptou-o." A mensagem que chegou à última pessoa foi: "Veio um homem e puf!"

Mas foi ainda melhor quando o prof teve que sai da sala de aula por uns minutos. Uma colega tinha-se lembrado de levar um preservativo (vá-se lá saber porquê) e decidiu abri-lo. Só não sabia abri-lo como deve ser e aquilo saltou. Mas ela apanhou-o, desenrolou-o, encheu-o como um balão e pôs-se a brincar com o "balão". E depois encostou-o à camisola, e ela gritou que aquilo já estava cheio de pêlos (gargalhada geral). E depois passou para a colega de trás, e para o outro colega. E esse decidiu que era uma boa ideia desenhar lá uma galinha, ou o que chegava a ser aquilo. E depois o prof. entra, o meu colega esconde o preservativo, o prof. fica um bocado a falar com ele (ele bem sabia que alguma coisa não estava bem, só não percebia o quê) e continua para dar a sua aula. E o preservativo? Não sei. Não se tornou a ouvir falar dele. E era uma vez um preservativo.

domingo, 3 de outubro de 2010

Ouvir música clássica no largo do Rossio ou um coro a actuar no Convento do Carmo é mágico.

(Eu nunca me vou cansar de Lisboa.)

sábado, 2 de outubro de 2010

Pego do Inferno

E uma pessoa sobe na minha consideração quando me diz que um sítio assim existe cá em Portugal (Tavira):

Antes de ir dormir

É engraçado com alguém que nunca conhecemos pode ter tanto impacto na nossa vida. Mesmo que seja só em pequenas coisas.
Tudo o que sei do avô é a forma como morreu e que trabalhava nos correios. A mãe diz que tenho os lábios parecidos com os dele, farta-se de dizer maravilhas dele e como ele daria um grande avô, brincalhão, sempre pronto a ajudar - um amigo, no fundo. E aí tenho ainda mais pena de nunca o ter conhecido.
Sempre tive um certo fascínio por selos. Nesta geração são raros, mas eu adoro-os. E quando a mãe descobriu achou piada, porque o avô também fazia colecção de selos (era tão giro se a encontrasse!). Faz sentido: um carteiro colecciona selos. E a neta que ele nunca chega a conhecer, também. Ele influencia-me mesmo sem nos termos conhecido ou sem eu fazer ideia.
Se o Paraíso existir realmente, espero poder-te encontrar lá num longínquo dia, avô.