"Sou egoísta, impaciente e um pouco insegura. Cometo erros, sou um pouco fora do controle e às vezes difícil de lidar, mas se você não sabe lidar com o meu pior, então com certeza, você não merece o meu melhor!"
Marilyn Monroe

terça-feira, 22 de março de 2011

Talvez um dia também pare em frente ao Tiffany & Co. a comer o meu pequeno-almoço ;)

"(…) preferia ter cancro a um coração falso.” – Boneca de Luxo, Truman Capote

segunda-feira, 21 de março de 2011

Para ser repetitiva


Sê bem-vinda, linda Primavera e diz-me que vieste para ficar. Já há um ano que não te via, por isso imagina as saudades. Prometo mimar-te ao máximo com sorrisos, roupas frescas, cantorias e óculos de sol, sim? Não vás embora tão cedo, eu gosto muito de ti. :)


E como sabe bem ter a casa cheia de flores do campo e ficar a ler no chão da varanda, com o sol a bater na cara.

sábado, 19 de março de 2011

Nunca pensei


Pela primeira vez na minha vida (e vá que não é assim tão curta, já deu para umas belas coisas engraçadas) encontrei uma história de que gostei bem mais no cinema do que em livro.
O belo Breakfast at Tiffany's (o livro é do Truman Capoote).
O filme deu-me uns bons momentos no sofá. Adorei, mesmo!

Já agora, encontrei também uma música, de 1995, que também fala do filme:



Como diria uma antiga amiga minha, quem não viu este filme não merece viver! :)

quinta-feira, 17 de março de 2011

Algo diferente

Hoje fui a um workshop de televisão lá na escola. A professora de Português levou-nos e nós sem sabíamos bem ao que íamos, mas foi tão giro!
Fizemos o mais fácil: um telejornal como se fosse em directo. Havia jornalistas, repórteres, entrevistados, meteorologistas, cameraman's... E depois os técnicos de imagem e som. Eu fiquei com o som, e baralhei-me um bocado com as pistas, apesar de serem só 4, mas ainda assim, adorei! e depois vimos o resultado final, o que foi engraçado, e eu fiquei fascinada com o mundo dos bastidores de TV, basicamente.
:)

sexta-feira, 11 de março de 2011

As palavras

«Puras. Singelas. Simples.
São assim as palavras, se lhes soubermos dar uso.
São a arma mais preciosa que podemos ter. Nada fere tanto como uma palavra. Mas nada nos deixa sonhar tão alto como ela, quando é a palavra certa.
As palavras também cresceram, tal como nós. O povo inventou-as, conforme necessitava delas, e elas, não se importando, deixaram-se inventar.
Foram companheiras de todos, e algumas foram ficando pelo caminho, despedindo-se de todos nós. Algumas deixam descendentes, outras palavras que se possam juntar às nossas jornadas, tomando-lhes o ofício. E, de quando em vez, surgem umas vindas de outros povos, que vamos acolhendo, com maior ou menor facilidade.
As palavras mudam, consoante o tempo. Mas há sempre algo que se mantém: a sua relação connosco. Estão sempre presentes, são amigas e rivais. Falam-nos de saberes, de guerras, de artes, de histórias.
As palavras são nossas e são livres.»