"Sou egoísta, impaciente e um pouco insegura. Cometo erros, sou um pouco fora do controle e às vezes difícil de lidar, mas se você não sabe lidar com o meu pior, então com certeza, você não merece o meu melhor!"
Marilyn Monroe

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Por Ti ...

Por ti atravesso o mundo.
Por ti atravesso o mar.
Por ti conquisto tudo,
E tudo tento conquistar.


Por ti voo bem alto.
Por ti mergulho fundo.
Por ti dou um salto
Para alem do próprio mundo.


Por ti dou os meus pertences.
Por ti faço o que for preciso.
Por ti grito o que sentes,
Só para te soltar um sorriso


Por ti digo que te amo.
Por ti dou a minha vida.
Por ti este poema eu declamo,
Para vires comigo nesta subida


Por ti eu ressuscito.
Por ti eu o hei-de fazer.
Por ti eu me submeto
Aquele inferno de arder.


Tudo isto para te dizer
Que faço tudo por ti.
És a razão do meu viver.
És e serás até ao fim...


[Poema de um amigo de uma amiga que eu nem sequer conheço mas que simplesmete me fez apaixonar pelas pequenas coisinhas que escreve. Este é o meu preferido. ^^]

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

"Quem sou eu?"

Inês. Muito prazer.
Quero sair destas quatro paredes, saltar lá para fora e viver. Viver novas coisas, novas experiências, conhecer novas pessoas, novas realidades, novas culturas, novos sítios. Se forem melhores que aquilo que já vi, serão o Paraíso; se forem piores, serão o Inferno. Se forem o Paraíso vão acabar depressa demais, mas deixar-me-ão com um sorriso nos lábios de cada vez que me lembrar. Se forem o Inferno, irão demorar a passar. Mas tornar-me-ão mais forte e, provavelmente, mais solidária. Sei que, de qualquer das formas, me irão fazer crescer. E é por isso que as desejo.
Sou também a pessoa, que, às vezes, acorda e pensa “Este dia vai ser bom. Porque eu quero que seja.” E depois de me levantar da cama vejo que o dia é realmente bom. Mas também sou a raparigaque se pode tornar tímida e esconder o sorriso no autocarro porque, apesar de me apetecer sorrir, todas as outras pessoas que vão ‘a bordo’ me fazem sentir culpada por tal vontade.
Sou uma adolescente cheia de dúvidas sobre tudo. Não sei se estou bem em Ciências e Tecnologias ou estaria melhor em Humanidades. Não sei se prefiro Psicologia ou Engenharia do Ambiente. Não sei se acredito em Deus, no destino, no karma. Não sei se me quero apaixonar para poder sentir tudo o que esse estado de espírito nos tráz ou se, pelo contrário, prefiro não ter mais ilusões com consequentes desilusões. Não sei nada, no fundo. “Só sei que nada sei.”
E pronto. Isto sou eu. E muito mais, claro. Mas nunca caberia tudo numa página, pois há sempre muito para dizer sobre tudo.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Carta a S. Valentim

"Caro S. valentim: (...) Já não te escrevia há um ano. Culpa tua. Também ninguém te manda aparecer só uma vez por ano. É pouco. E logo no Dia dos Namorados. Que de Namorados já não tem nada. A 'malta' agora chama-lhes 'amigos coloridos'. (...) Quando nasci apaixonei-me pela vida. Muito antes de o fazer por qualquer mulher. Só quando abri os olhos é que descobri o meu primeiro amor. Minha mãe. O que dizer pois da mão que embala o berço? Durante toda a minha vida nunca consegui expressar e quantificar toda a beleza e força desse amor. sei que enquanto meu coração bater ela nunca deixará de existir em mim. depois vieram as minhas irmãs. Com elas aprendi que o amor tem diferenças, defeitos e feitios. Que o amor não se dá esperando receber em troca. Que há regras. Os amigos nós escolhemos. A família não. E o tempo encarregou-se de trazer até mim um novo e diferente tipo de amor. Amor do tipo até que a morte nos separe: minha mulher. Com minha mulher o mundo tornou-se mágico. algo milagroso. E ao mesmo tempo natural. (...) Veio a este mundo o meu último grande amor. Minha filha. E com ela vieram as noites de angústia. Os nós na garganta. As lágrimas no coração. O medo. A incerteza. As preocupações. Enfim... a luz que me ilumina. E um amor incondicional. (...)"
- José A. Santos
[no Destak de 14 de Fevereiro de 2008]

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Pesadelo

Sinto os olhos pesados. O longo dia começa a desaparecer da minha mente. Fecho os olhos e sinto-me flutuar.
Escuridão. É o que eu vejo quando tento lembrar-me do que vi, senti, sonhei nessa noite. Mas não desta vez.
Sombras. Flutuava através das sombras que me envolviam como um casulo.
Lentamente, reparo num pequeno ponto branco à minha frente, que parece distante. Sinto-me a voar na sua direcção. O pequeno ponto branco cresce lentamente… começo a distinguir algo mais. Ao me aproximar mais ainda consigo ver que não é só um ponto branco… é a boca de um furacão. As suas linhas brancas e finas giram rapidamente, puxando-me para ele. Sinto o medo, o pior dos sentimentos, a percorrer-me, atingindo-me como facadas inesperadas. Lágrimas de sangue correm pela minha face branca de pânico e terror. Tento gritar, mas o silêncio sufoca-me. Tento mexer-me, afastar-me, mas algo me aprisiona. Caminho para uma morte silenciosa e sinto-me aterrorizado como nunca antes…
Entro no furacão… ao fundo, espera-me uma rosa preta, bela e mortalmente perigosa. Pego-lhe e sinto uma dor no coração.
Acordo ofegante, com lágrimas na face. Os lençóis estão enrolados à volta das minhas pernas, aprisionando-as. Liberto-me e sento-me. Os gritos ainda ecoavam pelo quarto.
Fui até à janela. Era de noite, o céu estava escuro. Quebrando essa escuridão estava a lua, como uma pérola…
Deitei-me, virei-me e, ainda com a imagem do sonho na minha cabeça, adormeci.
[Mais um texto do menino Pedro, também escrito a meio de uma aula qualquer. Simplesmente a-d-o-r-o tudo o que este gajinho escreve! @]

domingo, 8 de fevereiro de 2009

A minha 'reflexão sobre o amor' (o texto que a minha stôra pediu...)

Esta reflexão representa um dilema para mim: devo falar das coisas boas ou das coisas más que este sentimento nos traz? Pois. Grande dilema. A maioria dos escritores escreve das coisas más. As grandes histórias de amor são trágicas. Bem, mas o amor não são só lágrimas e dor, pois não? Quer dizer, se fosse, por que razão é que tanta gente insistiria em procurá-lo e arriscar muitas coisas por ele? Por isso é que decidi que, talvez, o melhor seja falar das coisas boas e também das más.
Pensei muito até pegar na caneta e no papel para escrever esta ‘Reflexão sobre o amor’. Uma coisa que me disseram foi para escrever sobre a primeira coisa que me vem à cabeça quando ouço ou leio a palavra ‘amor’. Bem, penso em traição. Todos os dias nos entram pelas televisões adentro histórias de traições, nos filmes, nas séries, nos vídeos das músicas... A traição é, na maior parte das vezes, o sinal que uma relação está acabada. No entanto, também já ouvi dizer que, quando só aconteceu uma vez e a outra acaba por ter conhecimento, o casal pode ultrapassar isso se estiver unido e fizer um esforço. E, depois, isso até pode fortalecer a relação.
Mas em TODOS os amores há, pelo menos, uma lágrima derramada. Seja por que razão for. Mas, também, “que seria das coisas boas se não houvessem coisas más para nos lembrar de como são as boas?”
E as coisas boas... bom, as coisas boas... são realmente boas! Quem é que não associa logo um beijo a um amor? Os beijos, os abraços, as brincadeiras, as piadas que só aquelas duas pessoas conhecem, as conversas ao telefone até às tantas da noite (ou da madrugada), os passeios de mãos dadas, as músicas e os filme que, na altura em que se está apaixonado, parecem fazer muito mais sentido... Quem é que não gosta disto tudo? Eu não consigo (e/ou não quero) acreditar que haja alguém assim.
Penso que, no fundo, o amor é como todas a outras coisas na vida: tem um lado bom e um lado mau. Só que, neste caso, é sempre um bocadinho melhor ou pior do que nas outras coisas... Faz parte! Mas há que nos conformarmos! “Temos de tentar procurar encontrar uma coisa boa em tudo de mau que possa acontecer e viver a vida da melhor maneira que conseguirmos.”


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Controle

"Quem controla os outros têm poder,
mas quem se controla a si mesmo,
tem muito mais poder."


- Mentes Criminosas

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Unwritten

Bem, mais uma vez espero encontrar a solução de que preciso neste meu blog.

Então o caso é o seguinte: a minha professora de Português pediu-nos para escrevermos um texto (seja poema ou prosa) de reflexão sobre o amor. Sei que, para a maioria das pessoas, isto até é um tema fácil. Mas não para mim. Pelo menos agora. Não sei se hei-de escrever das coisas boas que me lembro, das poucas e curtas relações que já tive nesta minha (ainda) curta vida, ou se, pelo contrário, escrever do tipo de dor que este 'estado' nos traz ou, ainda, se devo escrever de ambos. Bom, mas o que eu quero mesmo é que me digam as vossas opiniões sobre este tema tão universal: o AMOR !
Fico à espera... E, desde já, agradeço o contributo para a minha inspiração (que eu espero sinceramente que surja).


[E aproveito também para agradecer aos que me deram opiniões sobre o caso do Nuno. Merci.]

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Soluções: precisam-se !

Estava na aula de revisões de Filosofia e quase não consiguia prestar atenção, apesar de no dia seguinte ser o teste.


Algo me preocupava. (E preocupa!) Encontra-se uma nuvem negra sobre a cabeça de alguém que me é querido e que está prestes a desabar. Mas foi ele que a pôs lá!




Meus caros, aquilo de que falo não é nenhuma brincadeira! Preocupa-me seriamente. Talvez até mais do que desejava. E como os problemas nos parecem maiores e piores quando são com os nossos amigos, este parece-me realmente terrível!


Vamos chamar-lhe... Nuno.


Então, o Nuno fuma. É esse o problema. No início, quando soube, não liguei muito. 'Ah e tal, iso é uma escola de rebeldes...' Mas começámos a aproximar-nos e ele tornou-se uma pesoa realmente importante para mim! Mas no início do ano o Nuno era contra o tabaco! Tinha até uma amiga que fumava e queria tirá-la daquela merda. Estava realmente disposto a tudo para consegui-lo.


Mas parece que a resolução de ano novo dele foi esquecer os princípios do antifgo ano e mandar a sua vida p'ró lixo!


Penso que foi influência de um novo amigo. Mas esse já não me preocupa tanto. Já era assim quando o conheci e sempre tive a noção que fazia cenas maradas de mais. Só não estava à espera que influenciasse tanto o Nuno!


Ele chegou a prometer-me que ia mesmo deixar aquilo. E conseguiu ...durante 2 semanas. Depois recomeçou. E já chegou a desmaiar por causa daquela treta!


O que nos chocou mais (a mim e umas amigas) foi ontem uma de n´s o ter visto a fumar. ele nunca tinha fumado à frente de nenhuma de nós!


E, por mais que falemos com ele, por mais que o tentemos chamar à razão, não vale de nada. Ele já não nos ouve. E a única coisa que nós queremos é ajudá-lo! Só estamos a tentar velar pela saúde e pelo futuro dele. Algo que, neste momento, ele não está a fazer!


Mas ontem ainda voltou a prometer largar aquilo.


Eu já não acredito em promessas. Mas quero MUITO acreditar nesta!!


Por favor, alguém tem uma solução?

"Não é por mim, é por ele!"

:'(


Obrigada
[A imagem é de uma campanha, de há poucos anos, contra o tabaco. Chama-se Fumar é feio - T.N.C. (Tu Não Comeces)]

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Se eu fosse ...

Fui desafiada pela menina do blog Refúgio a fazer este jogo de palavras...

Se eu fosse um mês seria Junho
Se eu fosse um dia da semana seria Quinta
Se eu fosse um numero seria 8
Se eu fosse um planeta seria Jupiter
Se eu fosse uma direcção seria Norte
Se eu fosse um movél seria uma Cadeira
Se eu fosse um liquido seria Agua ou Ginja de chocolate 8)
Se eu fosse um pecado seria Preguica ou Gula
Se eu fosse um pedra seria Diamante
Se eu fosse um metal seria Estanho (porque é estranho xD)
Se eu fosse uma árvore seria uma Macieira (adoro maçãs!)
Se eu fosse uma seria fruta uma Nespera (alguem me chama isto... --' xD)
Se eu fosse uma flor seria uma Anastacia
Se eu fosse um clima seria Mediterrânico
Se eu fosse um instrumento musical seria uns Ferrinhos, provavelmente xDD
Se eu fosse um elemento seria Fogo
Se eu fosse uma cor seria Rosa ou verde
Se eu fosse um animal seria um Panda
Se eu fosse um som seria uma Gargalhada
Se eu fosse uma letra de musica seria "I'll bem there for you"
Se eu fosse uma canção seria "Hey there Dalailah" ou "The man who can'te be moved"
Se eu fosse um estilo de musica seria Pop-Rock
Se eu fosse um perfume seria I love love (da Moshino)
Se eu fosse um sentimento seria Felicidade
Se eu fosse um livro seria "As Palavras Qua Nunca Te Direi", Nicholas Sparks
Se eu fosse uma comida seria Chocolate
Se eu fosse um lugar seria um Campo
Se eu fosse um defeito seria Teimosia
Se eu fosse uma qualidade seria Alegria
Se eu fosse um sabor seria Doce
Se eu fosse um cheiro seria um Perfume
Se eu fosse uma palavra seria Cor
Se eu fosse um verbo seria Sorrir
Se eu fosse um objecto seria um Telemovel
Se eu fosse uma roupa seria um Top
Se eu fosse uma parte do corpo seria uns Olhos
Se eu fosse uma expressão seria Sorriso
Se eu fosse uma série seria FRIENDS
Se eu fosse um filme seria Raise your voice
Se eu fosse uma forma seria uma Estrela
Se eu fosse uma estação seria Verão
Se eu fosse uma frase seria "Não chores porque acabou, sorri porque aconteceu."

Um dia e tanto!

A última aula de Português foi EXCELENTE! Foi uma aula exclusivamente de exposições orais! Todas de livros! E foram todas magníficas! Superbem-faladas, criativas, interessantes... Ora vejamos:

Sara – A Pérola, John Steinbeck
Ela vestiu-se toda de branco como se fosse ela a pérola e contou-nos a história desse ponto de vista. Fez-nos perceber que o livro é muito mais profundo que aquilo que o título sugere, mas que também não haveria outro título possível para o livro.

Rogério – O Fantasma de Canterville, Oscar Wilde
Uma família de 6 elementos muda-se dos EUA para uma pequena vila em Inglaterra. Quando lá chegam dizem-lhes que a casa que vão habitar está assombrada. Eles não acreditam, claro. Mas, quando lá chegam, vêm no chão o que aparenta ser uma mancha de sangue, na biblioteca. Limpam-na, mas TODOS os dias aparece uma nova mancha... O Rogério contou-nos isto como se fosse um dos membros desta família. Extremamente divertido!

Miguel – O Código Da Vinci, Dan Brown
Apesar de ser enganado a escrever a sala e a hora a que iria ser a apresentação, até correu muito bem! Simulou uma sessao de autografos em que ele era o Dan Brown. Havia jornalistas que faziam perguntas e essas coisas todas. Foi muito giro, também.

Bimbi – Orgulho e Preconceito, Jane Austen
A minha Bimbi (alcunha gira, nao é?) era a apresentadora de um programa de TV que se chamava ‘Livro da Semana’ e todas as semanas era apresentado um novo livro. O desta semana era o Orulho e Preconceito. Muito giro, também. Com imagens do filme e assim... Adorei. Houve uma frase que ela disse que me ficou na cabeça: “sem leitura não há cultura”. Verdade, hein?

Máxima – A Ilha na Rua dos Pássaros, Uri Orlev
A minha máxima foi falar-nos de um menino de 11 anos que, durante a 2ª Guerra Mundial, se atrevia todos os dias a ser apanhado pelos Nazis ao atravessar para o outro lado do muro por um buraco que tinha descoberto.

Maggie – O Diário da Minha Paixão Assolapada, Liz Rettig
Ok, esta foi especialmente divertida. A Maggie era a personagem principal do livro, a Kelly Ann, que está apaixonada por um rapaz, o G. Quem já leu o livro adorou, porque a ideia principal da história foi bem passada e que não leu ficou com vontade de ler. É aqueles livros que eu aconselho mesmo a ler. É o tipico livro de adolescentes, mas muuito divertido!





No fim do dia ainda fui a um debate que houve lá na escola: “Um futuro sem livros? – o impacto da iliteracia no futuro da Nação”. Gostei bastante. Fez-nos perceber a todos que, apesar de toda a tecnologia, um bom futuro tem de passar, obrigatoriamente, pelos livros.


Foi um dia e tanto!
;D