"Sou egoísta, impaciente e um pouco insegura. Cometo erros, sou um pouco fora do controle e às vezes difícil de lidar, mas se você não sabe lidar com o meu pior, então com certeza, você não merece o meu melhor!"
Marilyn Monroe

domingo, 11 de setembro de 2011

JMJ - O jogo do beijo

O Jogo do Beijo foi-nos "imposto" pelos nossos animadores. Os nomes de TODO o grupo (animadores incluídos) estavam num saquinho e depois cada um tirava um nome de lá. O objectivo do jogo era matar a pessoa que nos tinha calhado no papel, a sentença de morte era um beijinho na bochecha, às escondidas. Ou seja, ninguém do nosso grupo podia ver o beijo, se visse, a vítima não morria. É claro que também convinha ninguém saber quem era a nossa vítima.
Isto divertiu-nos durante quase toda a semana, serviu para quebrar um pouco o gelo entre algumas pessoas e ajudou-nos a melhorar as nossas capacidades de persuasão e até teatrais.

Eu cheguei a fingir um ataque de pânico com uma das animadoras. Logo no primeiro dia perdi a minha credencial e isso gerou alguma confusão. Quando num dos últimos dias fui ter com ela, com uma cara de grande aflição, pedi-lhe para falar a sós com ela, ela estava preocupada comigo e eu estava a ser tão convincente, mas na hora H desmanchei-me a rir, não aguentei mais. Foi mesmo por pouco.


Ontem à noite, do nada recebo uma mensagem do meu amor simplesmente a dizer "Se eu for aí, sais?". E ele veio, eu saí e tivemos juntos e ele deu-me a nossa aliança. Simples, ao estilo dele, só com valor sentimental, linda, nossa.
Custou imenso estar quase um mês sem o ver, com o maravilhoso mês de Agosto pelo meio, as férias e tudo o mais e agora fez-me a surpresa de novo, como na 2ª feira passada. Sempre sem que eu esteja à espera.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

JMJ - O drama do alojamento

Depois de termos passado a primeira noite muito mal dormida, num autocarro, estávamos ansiosos para saber onde íamos dormir na próxima noite. Chegamos a Madrid e paramos em frente a um pavilhão desportivo. Tudo bem. Entramos e vemos um campo de futsal ocupado com cerca de 400 italianos. Sim, italianos. Não era bem o que se esperava. Toda a gente tinha previsto que íamos ter um espaço só nosso, o que não era bem o caso. Dormimos lá nessa noite.

No dia seguinte os animadores do grupo arranjaram outro sítio para nós. E então lá pegamos nas malas e sacos de cama e fomos rua acima até um colégio na Atocha. Aqui tomamos o melhor banho da viagem. À noite, quando chegamos, estavam cerca de 35ºC, os únicos banhos que havia era no campo de basket do colégio, ao ar livre, com mangueiras e chuveiros improvisados, a água era gelada mas soube lindamente bem. Entretanto, umas raparigas descobriram umas baratas ao pé dos WC. Não havia muita gente com vontade de dormir ao pe das baratas, então pegámos nos sacos de cama e fomos dormir para a rua, já que estva tanto calor. Aí dormiu-se muito bem, até que choveu, a meio da noite e só tivemos tempo de pegar nas coisas o mais rapidamente possível e levá-las para dentro do colégio, sem nos interessarem mais as baratas, e dormimos nos corredores.

Depois desta noite atribulada decidiu-se que também estava fora de questão ficar a dormir ali. E então pegamos de novo na trouxa e voltamos para o ginásio, mas desta vez ficamos no andar do cima, onde estavam as bancadas e um bom espaço amplo. Dividiram raparigas e rapazes e tínhamos 4 casas-de-banho, muito espaço e muitas fichas para recarregar telemóveis, máquinas fotográficas, etc.