"Sou egoísta, impaciente e um pouco insegura. Cometo erros, sou um pouco fora do controle e às vezes difícil de lidar, mas se você não sabe lidar com o meu pior, então com certeza, você não merece o meu melhor!"
Marilyn Monroe

terça-feira, 30 de junho de 2009

"(...)na vida, carpir mágoas do passado é gastar energia que é necessária para construir o futuro."

É um romance histórico escrito por alguém que vivenciou este período da história de bem perto. É uma mistura da ficção com a realidade. Baseia-se em factos reais. É, também, composto por pequenos episódios contados ao autor que este utilizou para escrever o livro.

* A esperança que o 25de Abril de 1974 trouxe
"As rádios angolanas transmitiam para todo o país em directo tão eloquente momento histórico que se propunha finalizar com as divergências que separavam os três movimentos, a guerrilha que estava instalada em cada matro quadrado de Angola e a defesa da democracia e de um país que se tornasse um exemplo de convivência entre seres humanos de todas as raças, credos e religiões."

* Como realmente afectou os portugueses de Angola
"Os cravos que marcharam no Terreiro do Paço em Lisboa significaram espinhos para os milhares de portugueses que viviam em Angola."
"Afinal um acontecimento a milhares de quilómetros de distância mudara para sempre o curso à sua vida e à vida de uma terra que amara e vira cair em desgraça."


Ora, segundo o livro, a sensação de liberdade que se fez sentir em Angola após a Revolção dos Cravos foi fatal para o país, onde passou a reinar uma onda de insegurança provocada pelos três partidos reinantes, que depois resultou numa guerra sangrenta que vitimou muitos inocentes. Muitas personagens do livro acreditavam que foi aquele mês de Abril o culpado por toda a desgraça angolana.

Mas o livro também tem a parte do romance. Um romance que esperou 27 anos para poder ser vivido. Um romance entre uma hospedeira e um passageiro que levava a família com ele...

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Ana Raquel :')

Se fosse viva, tinha feito no Domingo 16 anos. Mas morreu ainda antes dos 11… Foi das primeiras pessoas com quem travei conhecimento na nova turma e na nova escola. Estávamos no 5º ano. Foi das pessoas que mais me apoiou quando, dois meses antes também a minha avó morreu. Agora, raramente falo dela. No início custava-me bastante, agora já não custa, mas não tenho ninguém com quem falar sobre aquela menina que todos adoravam. Os meus amigos de hoje não a conheceram e não os quero aborrecer com mais histórias minhas do passado, os amigos de então estão perdidos no tempo. Uns, nunca mais os vi; outros, quando os vejo já só dá para falar das trivialidades do dia-a-dia. Mas é impossível esquecer aquele sorriso tão puro e aquele olhar tão doce, próprios da idade. Se ela ainda andasse por aí se calhar não tinha ficado amiga dela. Mas como a vi praticamente partir não consigo deixar de pensar no que teria sido o resto do ano e o próximo se ela tivesse continuado connosco. Hoje, ainda é uma amiga. :’)

Só para ficar registado...

O Michael Jackson fez o meu 100º post.
E que no sábado fiz um aninho de blog.

Sinceramente, não estava à espera de ter tanto a dizer num ano, mas pronto. Estou feliz com o resultado. :)

sexta-feira, 26 de junho de 2009

E, qual não é o meu espanto quando ligo a televisão e vejo a seguinte notícia:

25 Junho 2009 - 22h49

Vítima de paragem cardíaca
Michael Jackson morreu


A estrela pop Michael Jackson morreu esta quinta-feira, aos 50 anos, vitima de uma paragem cardíaca. O cantor ainda chegou a ser transportado para o Centro Médico UCLA, em Los Angeles, onde o seu óbito acabou por ser confirmado, de acordo com fontes citadas pelo jornal 'Los Angeles Times'.
Segundo noticiaram os media norte-americanos, os serviços de urgência foram chamados à mansão de Jackson, que não estava a respirar quando ali chegaram.
Após ter recebido uma massagem cardiorrespiratória, o cantor foi transportado para o hospital em estado de coma profundo. O site TMZ, ligado ao meio artístico, foi o primeiro a confirmar a morte de Jackson.
O intérprete de 'Bad' estava a preparar o seu regresso aos palcos com uma série de meia centena de shows em Londres, que estava previsto começar no próximo dia 13 de Julho.
Após ter sido confirmada a morte do cantor, os seus fãs começaram a reunir-se junto ao hospital, com a Polícia a cortar os acessos ao local.



quinta-feira, 25 de junho de 2009

quarta-feira, 24 de junho de 2009

"Só se está em segurança quando não se mostra o quão assustado se está."

[Já o acabei há uns bons tempinhos e tinha mesmo que fazer um post sobre ele. :)]
Fui o primeiro livro que li sobre esta realidade, mas, mesmo sem ter lido outros do género, penso que este é diferente. É-nos contado na primeira pessoa por uma menina de apenas 13 anos. Lakshmi vivia com a mãe, o irmão mais novo e o padrasto numa pequena aldeia perdida nos Himalaias, quando o padrasto decide vendê-la a uma mulhar que a leva para a Casa da Felicidade.
O mais fantástico no livro é a forma como está escrito. Uma linguagem muito simples. Sem demasiadas palavras. Às vezes ela nem chega a dizer tudo mas o leitor apercebe-se. Não contém descrições muito detalhadas, mas sabemos exactamente o que se passou.
Os capítulos são muito pequenos. O maior tem uma página e meia e, por isso, lê-se depressa.
Vale mesmo a pena, a sério! :)

segunda-feira, 22 de junho de 2009

E agora?!

Fiz merda.
Uma amiga minha emprestou-me uns CD's, com a série completa de Gossip Girl. Tenho passado os dias a ver aquilo. Estou viciada. Mas... o 4º CD estava riscado na última parte do 2º episódio. Eu tirei o CD do leitor de DVD e fui buscar o meu antigo pano dos óculos para o limpar, porque é especialmente para limpar as lentes. E limpei o CD com aquilo. Mas, sem querer, esfreguei o CD com a parte do pano que tem as letrinhas a dizer MultiOpticas, que é uma parte com mais relevo, estão a ver? A cena é: acabi por riscar mais aquela cena. E agora? O que é que eu faço? Já não é só o fim do 2º episódio que está riscado, mas também o início do 3º ...
Sou mesmo uma estúpida! -.-'

“Uma pessoa inteligente estuda todos os aspectos de uma decisão.”


Depois de ter o Eclipse comigo foi impossível resistir-lhe, por isso parei a leitura d’ Os Retornados, que irei agora retomar.

Mais uma vez, é um livro viciante, que nos prende a atenção e nos embrenha por completo na história. Como é escrito na primeira pessoa quase que sentimos o mesmo que a personagem. Porque esta escrita é simplesmente brilhante. Os fãs, os que já leram algum livro desta saga, sabem do que falo (até agora nunca encontrei ninguém que não tivesse ficado rendido); quem não leu ainda, quando ler (se ler) vai entender. E acredito que mesmo depois de ver filmes a leitura vale a pena. Porque é sempre diferente.

Dos três livros este foi o que mais me custou a ler. Fala muito de dor. Que é descrita de tal forma que a conseguimos sentir, também. Pelo menos, uma parte dela. A razão de tanto sofrimento? É simples. Amar duas pessoas ao mesmo tempo. Independentemente do que digam, aqui é possível. Escolher um em detrimento do outro não é fácil. Alguém vai ficar a a perder. E, após a escolha, todos acabam por sofrer. :s Talvez alguns achem que este foi um final feliz. Mas eu não. Apesar de já estar à espera. Acabei por também me apaixonar pelas personagens. Talvez porque as conheci através de um outro olhar que não me permite tão bem julgar os seus comportamentos, um olhar que não é o meu, o olhar de alguém que já as amava.

Por fim, apenas vos quero informar que não sou nenhuma daquelas pitas que é viciada nesta saga e em tudo o que lhe diz respeito. Ainda distingo a realidade da ficção. (E quando “sofri” ao ler as partes mais pesadas foi por ter percebido que tal sofrimento pode existir.) Mantenho a minha sanidade mental. Adoro os livros. Gostei bastante do primeiro filme e quero ver os restantes, mas essa não é a minha razão de viver. (OK, estou a exagerar, mas acho que dá para perceber o que estou a tentar dizer …ou não?!) Continuo a ter plena consciência da realidade.

E, é claro, não posso acabar sem vos recomendar a leitura da saga. ;D

quinta-feira, 18 de junho de 2009

:')

É tão bom receber o vosso apoio pelos posts em que tenho referido que me estou a afastar da minha melhor amiga. Obrigada a todos, a sério! E pelo que parece isto não se está a passar só comigo. Há muito mais gente nesta situação. Mas isto é alguma praga, ou quê?!

Enfim, mas continuo a ter um melhor amigo, que me apoia incondicionalmente em TUDO e que é das pessoas mais leais que se pode conhecer. Temos uma relação de grande cumplicidade, o que muitas vezes leva as pessoas a pensarem que somos namorados... No início era um bocadinho irritante, agora até nos rimos da situação!

Lembro-me de uma semana, no mês passado, que foi particularmente complicada. Os meus avós cá em casa e eu carregadinhas de matéria para estudar. Apesar de falar com ele ao telefone quase todos os dias, nessa semana não deu. E aí, mais do que nunca, percebi o quão importante a sua voz se tornou importante para mim. Porque há poucas pessoas que se podem orgulhar de uma amizade assim. Não é habitual. Principalmente entre duas pessoas do sexo oposto que vivem relativamente longe uma da outra e que, por isso, não se vêm muitas vezes. Mas continuamos a insistir. Só ao fim dessa semana é que deu para falarmos de novo. Tínhamos tantas coisas para contar um outro e só nos conseguíamos rir. Não sabemos bem do quê. Parecíamos dois loucos, perdidos de riso, agarrados ao telefone. Não foi nada de espetacular, mas foi muito bom. São momentos como este que me fazem adorá-lo desta maneira!


[ Desculpem se ando a escrever textos muito grandes e secantes... :/ Mas se estão a ler isto neste momento e continuam a ler os meus posts... muito abrigada! (Parece que agora passo a vida a agradecer às pessoas por pequenos gestos deste tipo...) ]

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Já passava um bom bocado as 17h e nada de stôra. Aquilo nem parecia dela, que até costumava chegar à aula antes do toque de entrada. Estava tudo em grupos, a conversar e a fazer as brincadeiras habituais. Mas ela esta no meio de todos aqueles grupos, encostada à parede de olhar fixo no vazio. Já várias pessoas lhe tinham perguntado o que se passava. "Nada", respondia ela. A Maria ainda se alongou um pouco mais "Notas? Rapazes? Amigas?". Continuou a dizer que não, embora ela tivesse acertado... E então, no meio de toda aquela gente que agora esperava impaciente em frente da porta da sala de aula veio mais alguém perguntar-lhe o que tinha. "Nada!"
- É, sim! Eu sei que é. Já te conheço.
- Não é nada, juro. - Tinha aprendido que "quem mais jura, mais mente".
- É alguma coisa e tu vais dizer-me.
- Não é nada - repetiu.
E, sem ela estar à espera, ele abraçou-a. E que bem que lhe soube o abraço! E, sem qualquer aviso, as lágrimas vieram-lhe aos olhos. Foi inevitável. Mas sabia que após esta reacção já não lhe podia continuar a dizer que não era nada.
- Conta-me lá o que se passa.
- É uma parvoíce. Não vale a pena.
- Não há-de ser uma parvoíce, para te pôr triste.
- Mas é.
- Diz-me lá.
- Faz sentido se eu disser que são ciúmes? - nem tinha pensado bem nisso. A frase saiu institivamente.
- Faz. Ciúmes de quem?
- Da minha melhor amiga.
- Hum. Percebo. Vocês o ano passado estavam sempre juntas e este ano mudou tudo, não foi?
- Já tinha começado a mudar o ano passado.
E então contou-lhe tudo o que conseguiu. Como lhe magoava que já não passasse tanto tempo com a melhor amiga, como tudo tinha mudado, como a amiga tinha tudo o que queria e ela nada. Sabia que podia estar a ser egoísta. Estava mesmo. Mas se não fosse assim havia alguma hipótese de as coisas voltarem a ser o que eram? Continuava a procurar a amiga sempre que precisava de desabafar, mas a outra já não fazia isso. E a ideia de estar a perder uma das pessoas mais importantes da sua vida magoava-a bastante. Era duro. Sentia que já não tinha mais nada para ensinar, mas que ainda lhe faltava aprender muito com ela. A esperança oscilava perigosamente entre valores muito altos e valores muito baixos. E detestava que a vissem chorar! Odiava que soubessem o quão fraca era! E ele estava ali, parado, a olhar para ela. Mas com um olhar ternurento que tornava as coisas um bocadinho melhores. E então a stôra chegou. Toca de limpar as lágrimas e ir para a aula. Pôs-se em bicos de pés e deu-lhe um beijo na bochecha. Segredou-lhe um "Obrigada." e abraçou-o. Ainda lhe disse que ele cheirava muito bem. Era um bom perfume. E passou a aula inteira sentada ao pé dela e a pensar no que ele lhe tinha dito, ainda a sentir o maravilhoso cheiro do perfume.
Quase no fim da aula, pegou no lápis e escreveu no caderno dela "Quero que ouças uma música, Don't Speak, dos No Doubt. Presta atenção à letra, principalmente à primeira parte. :)" Aquele smile era enganador. Mas tinha esperança que ela realmente se desse ao trabalho de ir pesquisar a música e a ouvisse. E percebesse a mensagem.


[ Dedicado ao MM. Obrigada! :') ]

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Nostalgia

É sempre a mesma coisa. O fim do ano começa a aproximar-se cada vez mais e eu começo a ficar toda lamechas. Mas evito ao máximo demonstrá-lo, claro. :)

O ano foi super-cansativo. Acontecia sempre tudo ao mesmo tempo. No início era conhecer a nova turma, os novos stores, a nova escola e fazer novas amizades. para tudo isto, faziam-se encontros e saídas sempre muito mal organizados e em cima do joelho mas também muito divertidos!

Quando chegaram os testes a azáfama aumentou. O resto manteve-se igual. As saídas, as brincadeiras, o convívio... Mas o companheirismo aumentou. :D Penso que, neste momento, posso dizer que somos uma turma com T grande. Uma graande Turma. Não só por sermos muitos mas também por sermos bons.

A toda esta malta: muito obrigada pelo maravilhoso ano lectido, que se tornou tão mais fácil por vos ter tido por perto. São muito importantes!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Ui, que semana!

2ª Feira - Sweet Sixteen
...ou não! Visto que o dia começou logo com o pai a refilar que já íamos chegar atrasados. Mas lá lhe passou a neura, felizmente! Na escola era toda a gente a dar os parabéns, beijinhos, algumas prendas. O almoço foi no Mc', visto que é mesmo ali ao pé da escola, basta subir a rua. Lá fomos nós. Estava tudo muito animado ...menos eu! (Será normal?) Não sei bem porquê, mas não conseguia sorrir. E toda a gente reparou. Devia ser da dor de barriga ou do sono, ou as duas duas coisas juntas! O pior veio com a aula de Ed. Física, à tarde. Corta-mato. Brilhante! Cada vez me doía mais a barriga e ainda tinha de aturar os putos do 8º ano que iam a correr atrás de nós para nos picar. Argh!
À niote os papás esmeraram-se! Foi um graande jantar! (Para ajudar à dor de barriga... :b) Depois era suposto estudar Matemática. Ah, pois. Como se fosse possível com toda a família a ligar... Mas juro que tentei!

3ª Feira - Noitão!!
Objectivo: ver o David Guetta a actuar. Mas não deu!
A noite começou com os Fingertips. Tudo muito calmo. Depois começou o DJ Diego Miranda. A praia encheu quase instantaneamente. Começou tudo a ficar cheio de calor. Parecia que vinha toda a gente contra nós. Mas foi excelente! Mais de 2 horas só a dançar, dançar e dançar. Acho que nunca tinha dançado, pulado, gritado tanto. Quando acabou esperámos pelo David Guetta. Mas ainda não era ele. Mais um DJ. Acabámos por sair de lá à 1h da manhã. Nada mau.

4ª Feira - Meu rico sofá!
Isto sim, é descanso! É que foi mesmo o dia inteiro esticadinha no sofá a ver os filmes que iam passando na TV e a dormitar. xD
Isto às vezes sabe mesmo bem!...
5ª Feira - Praia!!
O primeiro dia de praia do ano. O tempo estava maravilhoso. A água excelente. Mas o protector precisava de ser posto com mais regularidade... Tenho um enorme escaldão nas pernas e dói-se quase só de caminhar... Mas até foi um dia giro. Gosto ainda mais de ler quando é na praia. Mas isto de lá encontrar ex-namorados não é muito comigo... -.-'
6ª Feira - Ai, que isto ainda dói!
Ai, dói, dói! Mas, finalmente, já estou livre de testes e fichas! Yeah!! E para celebrar uma voltinha com a Bezty pelos parques das redondezas a pôr a conversa em dia. Foi um ano realmente complicado e sempre que temos uma tarde só para nós é algo de especial. O secundário trouxe muitas mudanças...
À noite, Marchas Populares. Adoro! Tenho consciência que se vê muito mais na TV do que lá, ao vivo; mas o convívio e toda a alegria que por lá se encontra é fantástica! O ambiente vale a pena! e, depois, com uma ginginha a acompanhar... *.*
Bem, espero que a vossa semana tenha sido tão boa quanto a minha! :D
Tenham um bom fim-de-semana!
Beijinhos.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Pela Ritinha



As regras são:




1º - Postar o link de quem enviou;
A Seta do Cupido (http://asetadocupido.blogspot.com/)



2º - Escrever o significado;



As cores predominantes são o dourado e o azul. O seu significado é o seguinte:
* Dourado: representa a sabedoria, a riqueza e a claridade das ideias;
* Azul: paz, profundidade e imensidão.
O prémio em si representa a união entre os blogueiros.




3º - Passar até 15 pessoas.



Consiste em:

1º - colocar o selo no blog;

2º - divulgar as regras;

3º - confessar 5 coisas que gosto de fazer;
→ VIVER!!
→ Estar com os meus amigos e faliares :D
→ Aprender
→ Descobrir coisa novas
→ Cuscar a blogosfera

4º - indicar 10 blogs a quem envio o convite e informar cada um dos blogs.

* Alice in Neverland
* Living my life (há que apoiar os novos bloguistas)
[Bem, isto deve ter sido pelo meu aniversário, não? Ela não sabia... mas adivinhou! Lol Obrigada pelos elos, Ritinha.]

domingo, 7 de junho de 2009

Já ...

Já quis ser tanto mas nunca consegui
Já percorri caminhos em que me perdi
Já andei às voltas sem saber como voltar
Já tive momentos sem saber com o que contar
Já tive sonhos que nunca foram cumpridos
Já tive amigos que fingiam ser amigos
Já me disseram não quando eu mais precisei
Já me humilharam e acredita que chorei
Já tive momentos que pensei não ser nada
Já muitas vezes me senti decepcionada
Já parti corações e partiram o meu
Já me questionei "Afinal quem sou eu?"
Já fui agredida por miúdas invejosas
Já aprendi que a vida não é um mar de rosas
Já fiz o mal a quem já me fez o bem
Já tive raiva por ter sido traída
Já tive quem me obrigou a levantar a cabeça
Mesmo já não tando aqui agradeço na mesma
Já tive medo de amar e medo de perder
Tive medo de confiar e acabei por sofrer
Quis sair de Portugal ir para outro lugar
Já escondi com um sorriso a minha tristeza
Cometi tantos erros devido á minha teimosia
E já dei confiança a muita má companhia
Já vivi e desta minha vivencia se conclui
Que já não sou o que um dia fui
Já aprendi com as minhas gentes e agora cresci
Já me apercebi do tanto que perdi
Já aprendi que os erros não podem ser apagados
E já aprendi que em vez disso podem ser ultrapassados
Por isso vivo acreditando num futuro melhor
Amanhã quando acordar será melhor o sabor
Porque a vida são dois dias e eu tenho que viver
Tristeza fica de lado porque assim tem de ser
Só há um caminho: construir a minha história
Por isso sigo em frente recalcando a má memoria

[Não sei de quem é a letra, mas adorei! Cantada pela Dama Bete.]

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Antes do Amanhecer ~ Antes do Anoitecer

"(...) a história é simples: dois estranhos começam a bater papo durante uma viagem de trem. De repente um deles precisa descer, e convida a outra pessoa a continuar a conversa descendo também, afinal de contas são só algumas horas até que Jesse (Ethan Hawke) possa pegar seu vôo pros EUA e Celine, seu trem para Paris. Assim é que eles desembarcam em Viena, uma cidade que nenhum dos dois conhece muito bem, sem dinheiro e sem saber o que fazer. E assim é que eles caminham, andam de bonde, vão a uma loja de discos, de bar em bar, numa roda-gigante. E desde o começo o espectador sabe que aquela história tem hora marcada para o final, o que já é o oposto do que o público pode querer encontrar num filme que fala de apaixonar-se. E é assim que eles conseguem dizer muitas coisas, sobre eles mesmos e sobre os outros, sem que Linklater precise recorrer à grandes técnicas ou conceitos estéticos, coisas que por vezes escondem e mascaram o conteúdo de um filme. Porque o que ele tem são coisas para serem ditas e já que não há uma censura estabelecida de fato, não é preciso recorrer a grandes alegorias para falar do que se quer. E no final, quando a câmera percorre os lugares por onde os personagens passaram, a idéia que me ocorreu foi a de que o diretor quis dizer que aqueles lugares (por mais belos que fossem) eram lugares comuns, transformados em algo maior apenas pela presença e utilização que duas pessoas fizeram deles." (http://cineorly.wordpress.com/2008/05/)






São dois dos meus filmes favoritos.


Lindos. Magníficos.


Para puros românticos!


Frustração pura


Hoje houve uma coisa gira, lá na escola. Davam t-shirts vermelhas, folhas de papel vermelhas e um folheto sobre SIDA a toda a gente. A toda a gente que ia. Fizeram o símbolo da SIDA no enorme parque de estacionamento que há em frente à escola. Foras jornalistas e tudo! Do 10º ano só 3 metades de turma é que não foram. (Parece que estava tudo naquelas aulas de turnos.) A minha metade não foi. A stôra diz que não sabia de nada. E é sub-directora da escola! Fará se não fosse... -.-' Depois disse que era só fazermos aquela experiência. As pilhas estavam gastas. O aparelho não funcionou. "Passamos à próxima." Mas esta m**** está toda marada?!
E acabámos por não ir...

Só me apetecia espancá-la! Eu e o turno todo!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Além dos Himalaias


Ao raiar do dia já a nossa cabana, empoleirada no alto da encosta, se enche da luz do sol, enquanto mais abaixo a aldeia permanentemente mergulhada na vasta sombra de cor púrpura da montanha até meio da manhã.

Pelo maio-dia, já os campos cor de ouro se encontram salpicados com os alegres vestidos das mulheres, de um encarnado tão vivo como o das poinsétias que adornam os caminhos ventosos. Os bebés dormem a sesta, embalados para apanhar preguiçosamente benhos de sol.

Ao fim do dia, já ébrios de sol, fecham-se os rebentos amarelos e brilhantes das abóboras e os jasmins brancos de leite abrem as suas gargantas afuniladas ávidos de sorver o ar fresco dos Himalaias.

À noite, finas espirais de fumo desprendem-se das lareiras em brasa, o ar enche-se da fragância de uma dúzia de jantares e um manto de escuridão cobre a terra.

Excepto em noites de lua cheia. Nessas noites, uma luz branca e mágica derrama-se sobre a encosta e o vale, intensificada pelo reflexo das neves perpétuas que revestem os cumes. Nessas noites eu permaneço inquieta, deitada nõ sótão onde dormimos, interrogando-me sobre como será o mundo para além da minha casa na montanha.
[in Tenho 13 Anos, Fui Vendida; de Patricia McCormick]