Sinto os olhos pesados. O longo dia começa a desaparecer da minha mente. Fecho os olhos e sinto-me flutuar.
Escuridão. É o que eu vejo quando tento lembrar-me do que vi, senti, sonhei nessa noite. Mas não desta vez.
Sombras. Flutuava através das sombras que me envolviam como um casulo.
Lentamente, reparo num pequeno ponto branco à minha frente, que parece distante. Sinto-me a voar na sua direcção. O pequeno ponto branco cresce lentamente… começo a distinguir algo mais. Ao me aproximar mais ainda consigo ver que não é só um ponto branco… é a boca de um furacão. As suas linhas brancas e finas giram rapidamente, puxando-me para ele. Sinto o medo, o pior dos sentimentos, a percorrer-me, atingindo-me como facadas inesperadas. Lágrimas de sangue correm pela minha face branca de pânico e terror. Tento gritar, mas o silêncio sufoca-me. Tento mexer-me, afastar-me, mas algo me aprisiona. Caminho para uma morte silenciosa e sinto-me aterrorizado como nunca antes…
Entro no furacão… ao fundo, espera-me uma rosa preta, bela e mortalmente perigosa. Pego-lhe e sinto uma dor no coração.
Acordo ofegante, com lágrimas na face. Os lençóis estão enrolados à volta das minhas pernas, aprisionando-as. Liberto-me e sento-me. Os gritos ainda ecoavam pelo quarto.
Fui até à janela. Era de noite, o céu estava escuro. Quebrando essa escuridão estava a lua, como uma pérola…
Escuridão. É o que eu vejo quando tento lembrar-me do que vi, senti, sonhei nessa noite. Mas não desta vez.
Sombras. Flutuava através das sombras que me envolviam como um casulo.
Lentamente, reparo num pequeno ponto branco à minha frente, que parece distante. Sinto-me a voar na sua direcção. O pequeno ponto branco cresce lentamente… começo a distinguir algo mais. Ao me aproximar mais ainda consigo ver que não é só um ponto branco… é a boca de um furacão. As suas linhas brancas e finas giram rapidamente, puxando-me para ele. Sinto o medo, o pior dos sentimentos, a percorrer-me, atingindo-me como facadas inesperadas. Lágrimas de sangue correm pela minha face branca de pânico e terror. Tento gritar, mas o silêncio sufoca-me. Tento mexer-me, afastar-me, mas algo me aprisiona. Caminho para uma morte silenciosa e sinto-me aterrorizado como nunca antes…
Entro no furacão… ao fundo, espera-me uma rosa preta, bela e mortalmente perigosa. Pego-lhe e sinto uma dor no coração.
Acordo ofegante, com lágrimas na face. Os lençóis estão enrolados à volta das minhas pernas, aprisionando-as. Liberto-me e sento-me. Os gritos ainda ecoavam pelo quarto.
Fui até à janela. Era de noite, o céu estava escuro. Quebrando essa escuridão estava a lua, como uma pérola…
Deitei-me, virei-me e, ainda com a imagem do sonho na minha cabeça, adormeci.
[Mais um texto do menino Pedro, também escrito a meio de uma aula qualquer. Simplesmente a-d-o-r-o tudo o que este gajinho escreve! @]
3 comentários:
O teu amigo escreve mesmo muito bem!
O texto está lindo. Adorei! :D
bem, estava aqui a navegar e deparo-me com isto, primeiro pensamento ' este tal Pedro, é tal como eu, escreve coisas tipo, wow, no meio das aulas ' :')
muitos parabéns pelo blog, está espectaculoar ^^,
ah e desculpa lá a invasão ^^
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