Todos somos chamados, pelo menos uma vez, a desempenhar um papel que nos supera. É nesse momento que justificamos o resto da vida, perdida no desempenho de pequenos papéis indignos do que somos.
Sousa Falcão, em Felizmente Há Luar!, de Luís de Sttau Monteiro
1 comentário:
Por acaso não gostei muito. Gostei mais do memorial :D
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